domingo, 11 de agosto de 2013

De facto, por outro lado, com toda a certeza.
Não se percam em isto podia ter sido diferente, será numa próxima vez, quando deixares de te queixar.
Dancem, libertem-se, transformem-se em pétalas coloridas.


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Tendo a compreender tais momentos singelos, pura magia, interesse alheio, o que mais te interessa?
Na verdade, nada.

Let it be, dizem os gajos mais fixes do planeta.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Serão mil ou cem, pouco me importa, sinto nada ou tudo.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Agora, com esta merda de estar sempre um calor que não se pode, aprendi a fazer tranças. Faço uma para o lado esquerdo, fica-me bem, sabe-me bem por isso, mas o melhor de tudo é chegar a casa e desfazê-la, não é por nenhuma espécie de fetiche bruto, é só porque o meu cabelo, já longo, fica ondulado e quase que pareço uma daquelas tipas que amo muito do cinema noir. Coisinhas de gajas à parte, curto. Entretanto faz calor e lá volto à trança.

Cenas bonitas, de uma vida fantástica
Desenvolvi a watermelon disease, dá diarreias e certezas absolutas de causas, talmbém pode provocar parvoíce exagerada, o rídiculo dá-se de imediato e não tenho quaisquer contra-indicações.
Dizem-me fatigada,  eu só me sinto deslumbrada neste circo em que o pó reside em cima da mesa.

Epifania, palavra bonita, dito e feito.

Smiley face (como a do O.J.Simpson)

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Quando me sinto triste não vou ver o mar, não me fecho em casa, nem durmo horas a fio.
Vou para a esplanada da rua ainda em construção, aquele festival de maquinarias e de pó tranquiliza-me.
Sereno momento, este que passou.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Já me pesa tudo. Ser, fazer e ter este blog.
Talvez esteja a ficar velha, talvez esteja incapaz de estar muito tempo ao computador sozinha, sem nada para fazer. Talvez esteja farta de qualquer coisa, como sempre, talvez.
Mas olhem, pesa-me muito. O meu corpo frágil já pede descanso, os meus pés estão fétidos há horas e fiquei vidrada nos mosquitos mortos na minha parede. Olhem, estou farta.
Quero cada vez mais pronunciar menos palavras e é isto.
Afogo-me em momentos, quero lá saber do pensamento.

Só vou cortar o cabelo quando roçar o meu cóccix.
Já me ultrapassou os seios.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Whiskey Mostraram-me a maravilhosa Caipijack, cinco euros bem gastos.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Tenho uma mãe doente e um enorme problema com isso.

domingo, 9 de junho de 2013

Último dia de férias Apollinaire à cabeceira e coração destroçado

Não entendo cabeças conservadoras, repletas de desejos castradores e amores psicóticos.
Julgava que amar era deixar-te ser como és e amar-te assim, perdidamente ou não.
Estou certa do meu crescimento neste último ano e a prova disso é não dar-me à morte, amorosamente falando. Faltaste-me ao respeito e como resposta a isso vou manter o meu silêncio dourado, sem dúvida que és doente. Eu não sou de ninguém e nunca serei de ninguém, como ninguém é de ninguém e mesmo tu não serás de ninguém. Sinto-me triste por teres deixado um estigma em mim, por ter sido iludida, até mesmo por acreditar que afinal também existem histórias bonitas. 
Compreendo então que a beleza está num outro sítio, em palavras de outros escritores.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Pintei o quarto de um azul, verde, marinho, turquesa, piscina, sei lá que cor é aquela, mas é bonita.
Sinto-o fresco e tranquilo.
Tenho uma luz vermelha que tanto me faz lembrar as longas noites em casa do C., onde após o jantar habitual, nos espalhávamos pelo quarto a conversar, fumar charros, beber copos e ouvir Pink Floyd. Este candeeiro super típico e barato faz-me viajar entre recordações e saudades, os cheiros deles ainda vivem no meu nariz, os filmes que víamos juntaram-se aos meus preferidos e principalmente a música que partilhávamos, ainda hoje, me faz muito feliz. Sinto saudades. Como de tudo, como de vocês, nós, todos juntos sob aquela luz vermelha, na mesinha de cabeceira.

Não sabem o prazer que me dá não sair de casa.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Odeceixe O casal ainda continua a amar-se de forma juvenil, um pendura-se no outro e explodem num festival cheio de pus. Nunca espremi uma borbulha a um namorado meu e continuo a não entender tal nojice conjunta.

Foi uma boa semana, de praia em praia, de peixe em peixe, de carícias e apalpões até aos sonhos e promessas. De volta à minha cidade que, ao contrário do que pensam, deixa de ser tóxica quando tu deixas de sê-lo. Ainda com o cheiro a marisco nas mãos, a pele bronzeada e a face sem maquilhagem, sorrio.

sábado, 25 de maio de 2013

Hoje é o meu último dia de trabalho.
Aproximam-se quinze dias de férias que os vou dividir em cerveja e namorar no Alentejo e, amar e cuidar em casa materna.
Um bem haja a vocês todos.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Vou de férias e nem um tostão.
Não me importa, mal sabem eles que o que me basta é uma cabana e o meu homem, no Alentejo.