quinta-feira, 11 de novembro de 2010

No outro dia liguei à Vanessa para irmos sair. Eu não era mulher de noitadas mas estava mesmo a apetecer-me. Lá no decorrer da noite, no meio da música estridente e das luzes intermitentes surgiu um senhor muito bem parecido, com os seus quarenta e poucos anos. Não me senti logo atraída por ele, com um homem em casa temos de nos controlar, não muito, mas o suficiente. Dei por mim a conversar com ele, enquanto Vanessa dançava de olhos completamente fechados. Ele convidou-me para ir até sua casa. E lá fui. Despedi-me da Vanessa com um pequeno toque no ombro e saí. Ele tinha uma casa fantástica, bastante organizada, estranhei o facto mas nem lhe perguntei. Se calhar era casado e a mulher estava fora, não queria saber. Fomos directamente para o quarto. Sentia o meu corpo pesado, cheio de álcool, mas ao mesmo tempo cheio de vontade de se entregar ao corpo dele. Não sabia o seu nome e isso pouco me importava. Na verdade, só queria ter uma noite quente. Usar e ser usada.

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