Dindi Ontem, no meio de cigarros, cervejas e corações palpitantes, deixámos os nossos corpos cederem a toda aquela emoção. O som brasileiro desceu-me pela boca e corria-me no estômago, um nervosismo louco. Ela cantava. Eu sentia. Ela sentia. Dois seres apaixonados, presos às vozes quentes e afinadas. E isto, pá, é que é o amor.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
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