Crazy, Stupid, Love Hoje no comboio reparei numa mocinha com os seus inocentes 14, 15 anos. Ia a ler o Cartas de amor entre Miller e Anais Nin e ia apontando algumas frases na parte de trás de um talão qualquer. Esbocei um sorriso sincero. Quem seria aquela criança de cabelo desgrenhado, a tomar notas sobre o amor de alguém.
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