Doi assim que passa, uma dor tão incerta que me arrebata selvaticamente.
Fico sem forças para me erguer da cama e só espero que volte a passar.
Mas só passa quando o tempo passa e a esse, sinto-o lento.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Postado por Rrose às 05:31
Marcadores: desabafos, escritos do lixo
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